A EVOLUÇÃO DA TECNOLOGIA

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Educacionismo – para uma educação de Qualidade


Encontramos na literatura uma série de “ismos” que identificam tendências, modos de pensar, doutrinas políticas e religiosas, teorias que desembocam em ações, tais como Romantismo, Modernismo, Anarquismo, Comunismo, Liberalismo, Cristianismo, Imperialismo, entre outros. O Educacionismo, doutrina que vê a educação como possibilidade de conexão com o mundo através da igualdade de direitos, está entre esses “ismos” da Língua Portuguesa.

Segundo sua concepção, o Educacionismo é uma nova ideologia ou linha de pensamento que luta basicamente contra as desigualdades sociais e contra a destruição ecológica. Vai muito além dos laços meramente econômicos como forma de entender o mundo, é a negação da lógica do domínio e da exploração.

O Educacionismo tem uma visão ampla do educador contemporâneo. De um lado, o trabalho do professoor, precisa ser garantido e valorizado. De forma que se sinta dignificado e importante à sociedade. Por outro lado, esse mesmo educador, no entanto, não poderá exigir-se menos. Precisa ser crítico, consciente do seu papel como cidadão e como profissional. A sociedade espera dele novas atitudes e nova postura, novo comportamento, novo fazer. E não pode ser decepcionada.

O educador contemporâneo precisa receber melhores salários e trabalhar em melhores condições, mas também deverá superar práticas artesanais e ingressar na Idade Midiática. Tudo isso descarta a postura de muitos educadores que se sentem coitadinhos e sem importância para o mundo.

Muitos criticam o Educacionismo, taxando-o de utópico. Até certo ponto o é, todavia vale ressaltar que os grandes ideais que alcançaram o coração da humanidade e reformularam conceitos e práticas foram utópicos um dia.

Ainda veremos resplandecer a luz do Educacionismo no Brasil. Escolas feitas por gente para gente. Sonhamos com o dia em que, no Brasil, todos os educandos terão direito à escola gratuita de qualidade e oportunidades iguais para disputarem vestibular e emprego. Isso não é utopia. É direito de todos. É vontade de comemorar a Democracia! A vida!

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quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Padrões: hoje e sempre

* Por Dalvan Goes

A sociedade sempre teve padrões definidos para tudo – ou tudo – padrões de consumo, moral, éticos, conduta, estética. A maioria das pessoas acha que estão bem vestidas se estiverem com roupas de marca. A maioria não diz mais achocolatado e sim “Nescau”; não dizem mais boneca e sim “Barbie”; associam o mais caro ao melhor produto.
A coesão contribui par tudo isso, além é claro do papel importantíssimo que os meios de comunicação junto com as propagandas exercem na alienação das pessoas. Se a atriz da novela do horário nobre está com um novo penteado, esse será o cabelo do século (ate que venha outro e tome seu lugar).
Muitas propagandas marcam pela forma de divulgar um produto: quem é que não se lembra do comercial e do garoto propaganda do Bom Bril? Mas é diferente a forma de divulgar um produto da forma de divulgar um problema social. Tratar de assuntos como DST´s, câncer, anorexia, geralmente ocorre de forma impactante com o objetivo de conscientizar o telespectador sobre aquele determinado problema. Para tais assuntos talvez não basta mostrar apenas que cigarro faz mal à saúde, mas também mostrar de forma verídica as conseqüências de seu uso. Dessa forma a propaganda causa mais impacto, causa uma maior conscientização de que aquilo faz mal.
Resta a nós, consumidores/telespectadores sabermos o que comprar/assistir, sabendo das conseqüências provocadas pelo uso e desuso de um produto ou forma de agir. Às propagandas, resta informar de forma clara os problemas já citados e tantos outros para que se construa um consumo/forma de agir cada vez mais consciente.

Dalvan Goes é aluno terceiranista do Colégio Carlina Barbosa de Deus.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Problemas sociais = Voto

* Por Dalvan

De quatro em quatro anos, nosso país elege pessoas para representar o povo (ou que pelo menos deveriam) para fazer de nossos problemas soluções, para melhorar o que está ruim e para continuar desenvolvendo aquilo que já está bom. De quatro em quatro anos, somos enchidos de esperança de que os problemas sociais e econômicos que o Brasil tem serão resolvidos. Somos enchidos como uma bexiga gigante, onde dentro dela existem muitas promessas.
Já é mais do que o governo atual dizer que melhorou o país, que resolveu os principais problemas, que tirou “trocentas” pessoas da pobreza, que investiu em saúde educação e emprego mais do que o antigo mandatário. A oposição por sua vez (obviamente), procura falar dos problemas que não foram resolvidos, do desinteresse do governo pelo povo, dos desvios de dinheiro. Mas o governo e a oposição de todas as eleições têm uma coisa em comum: fazem dos problemas do Brasil uma troca de votos (“votem em mim/meu partido que lhe darei seu tão sonhado emprego).
A “troca de favores”, “o toma lá da cá”, “a troca de votos”, são termos de uso no eufemismo, o verdadeiro nome de tudo isso é roubo! A política faz dos problemas do Brasil uma moeda de troca, ou seja, quanto mais problemas, geralmente mais o povo é enganado. Trocam “um hospital bem equipado por uma dentadura” como mostra uma propaganda.
A população se deixa enganar cada vez mais. Mal sabem eles que aquele boi, aquele carro, aquele dinheiro que “ganharam” dos políticos corruptos, poderiam ser grandes hospitais equipados, melhores escolas. A ludibriação da população é proporcional aos problemas vividos por eles, e isso acaba se tornando uma bola de neve que vai se acumulando de quatro em quatro anos.

Dalvan Goes é aluno do Terceiro Ano do Ensino Médio do Colégio Carlina Barbosa de Deus onde tem se destacado com seus textos críticos.

Voto, democracia e corrupção

* Por Jones Brandon

O Brasil é um país presidencialista no qual a escolha de seu líder dar-se por eleições diretas. Nessa ocasião, a tensão predomina simultaneamente com a corrupção, e torna-se comum a indústria dos votos.
No passado, a democracia era muito almejada e necessitou de inúmeros sacrifícios para se concretizar, porém atualmente é desvalorizada com a venda de votos.
A extrema pobreza, característica marcante do subdesenvolvimento, pode ser considerada a causa da comercialização do voto, afinal o pobre e necessitado não poderá suportar tais subornos, porque se trata de sua existência.
Infelizmente, as pessoas estão cada vez mais capitalistas, esquecendo, assim, a razão e transformando o mundo em pura corrupção e descaso social. Reclamações frequentes e pessimismo diante do governo são frutos da irracionalidade em épocas de eleições.
A importância de um pequeno gesto para o destino do país, o voto, deverá ser invendável para que surjam modificações significativas no bem-estar do Brasil. Nas eleições, deve-se corrigir alguns erros passados.
Pode-se constatar que a corrupção existente no país é proveniente de más escolhas, estas são responsáveis pelo grande número de problemas aparentemente sem solução. Votar com consciência é traçar os caminhos para a melhoria da sociedade.

* Jones é aluno terceiranista do Colégio Carlina Barbosa de Deus e estagiário do Ministério Público do Estado da Bahia.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

quinta-feira, 15 de abril de 2010


O Poder emana do povo

De acordo com a Emenda Constitucional no. 1, de 1969, artigo 1o, parágrafo 1º, "todo poder emana do povo e em seu nome será exercido". Na atual Constituição, os ilustres constituintes de 1988 acharam melhor fazer a seguinte alteração:
art. 1º, § único. “Todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição”.
Dá pra sentir aí um certo preciosismo daqueles parlamentares que não perderam a oportunidade de deixar claro que o poder emana do povo sim, mas somente os eleitos podem ter a última palavra e decidir a despeito da vontade de quem neles votou.
A prova disso foi dada na última quarta-feira, 7/3, quando o Congresso Nacional adiou, mais uma vez, a votação do projeto de Lei Ficha Limpa, apesar das mais de 1,6 milhão de assinaturas respaldando a inciativa do povo brasileira de barrar candidatos com vida ficha suja.
A Campanha Ficha Limpa foi lançada em abril de 2008 com o objetivo de melhorar o perfil dos candidatos e candidatas a cargos eletivos do país. Para isso, foi elaborado um Projeto de Lei de iniciativa popular sobre a vida pregressa dos candidatos que pretendem assumir algum cargo eletivo. Essa lei poderá tornar mais rígidos os critérios de inelegibilidades de quem pleiteia se candidatar.
Historicamente, o Congresso Nacional tem legislado em causa própria. Não tenho dúvida de que mais uma vez o fez, haja vista que grande parte dos 513 deputados federais estariam impedidos de concorrer às eleições, uma vez que estão mergulhados em processos, escândalos e demais atos ilícitos. O que fizeram para si, então? Votaram em benefício próprio.
Mais vez retomo os termos da Constituição federal: “Todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição”.
Vejamos, então, o que os nobres representantes estão fazendo em nome do povo:
Segundo dados publicados no Diário da União e nos sites oficiais do governo, até o ano de 2005, essa foi a prestação de contas dos nossos representantes:
1) O Governo Federal gastou mais de R$ 1 bilhão de reais em diárias com funcionários públicos, o total gasto corresponde a 5 vezes o orçamento global do Ministério da Cultura naquele ano, 3 vezes os gastos com o programa de Erradicação do Trabalho infantil, 3 vezes os gastos com o programa de Alfabetização de Jovens e Adultos e 42 vezes os gastos com o programa Primeiro Emprego.
2) Os deputados Federais aumentaram de R$ 35.350,00 (trinta e cinco mil e trezentos e cinqüenta reais) para R$ 44.187,50 (Quarenta e quatro mil, cento e oitenta e sete reais e cinqüenta centavos) a verba de gabinete para contratação de pessoal, esses sem o devido concurso público. Fora o salário de R$ 12.720,00 (Doze mil, setecentos e vinte reais), da verba indenizatória do exercício parlamentar de R$ 15.000,00 (Quinze mil reais – desde que apresentadas as notas fiscais). Os parlamentares ainda dispõem de quota telefônica e de correio de R$ 4.278,00 (Quatro mil, duzentos e setenta e oito reais); auxílio moradia de R$ 3.000,00 ( Três Mil Reais), quatro passagens aéreas de ida e volta a Brasília, por mês. Recebem 13º e 14º e ainda há um projeto para o 15º salário. Agora, calcule tudo e multiplique pelos 513 deputados federais. Isso sem contar com gastos semelhantes com o Senado Federal, a Câmara Distrital, as assembléias legislativas dos estados, as câmaras municipais e ainda os executivos federal, estadual e municipal. É mole?
3) Alguns Deputados Federais receberam diversas quantias entre R$ 20.000,00 (Vinte mil reais) e R$ 6.500.000,00 (Seis milhões e quinhentos mil reais) dos esquemas do mensalão para apoiar o governo em determinadas votações, ou seja, aparentemente, há uma suposta e escandalosa venda de votos.
4) Os supostos representantes do povo podem desfrutar de um sistema de apuração judicial diferenciado dos seres mortais comuns, denominado de foro privilegiado, sob o questionável argumento de que a proteção é para o cargo e não para a pessoa ocupante. Isso significa que se um prefeito fizer falcatruas, roubar dinheiro público, "aprontar" somente poderá ser julgado pelo Tribunal de Justiça, os Governadores pelo Superior Tribunal de Justiça, os deputados federais e senadores pelo Superior Tribunal Federal, etc. Ou seja, sempre se saboreiam boas pizzas.
5) O Governo Federal abriu o cofre e liberou R$ 500.000.000,00 (Quinhentos milhões de reais) para a execução de obras públicas em redutos eleitorais de deputados amigos dispostos a retribuírem o agrado com seus votos para que o Presidente da República elegesse o presidente da Câmara Federal. Ora, se as tais obras eram de fato tão necessárias, por que não houve a liberação para sanar os problemas antes do processo eleitoral na câmara? A impressão que se tem é de que há um escancarado esquema de compra de votos que beneficia criminosamente quem está dentro. E o que acontece?
6) Para atender os compromissos com sua base de sustentação, na última reforma Ministerial do Governo Federal, foram criados 2.797 novos cargos, sendo: 1.332 em comissão e 1.465 em funções gratificadas, sem concursos públicos, gerando acréscimo de despesas no valor anual de 58.000.000,00 (cinqüenta e oito milhões de reais).
7) Um trabalho realizado pelo economista José Roberto Afonso revela que, durante o ano de 2004, foram gastos 13,4 bilhões de reais. Dividindo esse gasto pelo número de habitantes do Brasil, cada brasileiro gastou R$ 73,70 (setenta e três reais e setenta centavos) por ano, ou R$ 6,15 (seis reais e quinze centavos) por mês, para cobrir as despesas com a manutenção dos vereadores, deputados estaduais, deputados federais e senadores. Os poderes executivos, ou seja, O Presidente da República e Vice, os governadores dos estados e seus vices e os prefeitos municipais e seus vices e o Poder Judiciário não entraram nessa conta. Entrando, o montante subiria consideravelmente.
O poder é do povo (a soberania popular) que elege os seus representantes quando lhes outorga ou lhes delega um mandato parlamentar para o Legislativo ou para o Executivo. É importante destacar, todavia, que o povo não lhes passou nenhuma procuração para espoliarem e saquearem o erário em seu nome, muito menos mentirem descarada e impunemente para toda a nação.
O que se espera é que os eleitos contribuam para que o país prospere, levando consigo, nesse crescimento, os brasileiros que militam dia a dia, incansavelmente, pagando não só seus impostos, mas toda conta gerada pelas crises que atropelam a nação desde o Império.


terça-feira, 6 de abril de 2010

A Gramática do Cotidiano

Às vezes paramos um texto com alguma dúvida ortográfica ou gramatical e nos perguntamos: como se escreve essa palavra? Tem acento ou não? Com hífen ou sem hífen? Isso já aconteceu com você? Acontece com todo mundo. Ninguém está livre disso, nem você. O caminho é o dicionário ou ter ao alcance das mãos uma gramática que o auxilie no dia-a-dia.

terça-feira, 2 de março de 2010

Em breve, estaremos postando, semanalmente, dicas para concursos e vestibulares.
Aguardem aulas de português on line.