A EVOLUÇÃO DA TECNOLOGIA

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Gente Marcante de Paulo Afonso



Quero inaugurar, neste blog, um espaço dedicado a homenagens a cidadãos pauloafonsinos cuja vida serviu de exemplo para tantas outras pessoas.
Inicialmente, vamos homenagear o “seu” Isaías, que há um ano nos deixou, legando-nos tantas saudades.
ISAIAS SILVA SANTOS tornou-se conhecido na cidade pela sua atuação no campo dos esportes. Foi um dos grandes zagueiros da seleção de Paulo Afonso nos anos 70 e 80. Depois que parou de jogar, dedicou-se a ser dirigente desportista, mostrando respeito, carinho e atenção para com todos. Fez de tudo para que os atletas das novas gerações pudessem viver dias melhores que os vividos por ele como jogador.
Os últimos anos de sua vida foram dedicados ao trabalho evangélico. Membro da Igreja Presbiteriana, era um destacado pesquisador dos fatos bíblicos.
No dia 29 de dezembro de 2009, deixou a vida terrena. Restou a saudade de todos os que o admiravam e amavam.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Educacionismo – para uma educação de Qualidade


Encontramos na literatura uma série de “ismos” que identificam tendências, modos de pensar, doutrinas políticas e religiosas, teorias que desembocam em ações, tais como Romantismo, Modernismo, Anarquismo, Comunismo, Liberalismo, Cristianismo, Imperialismo, entre outros. O Educacionismo, doutrina que vê a educação como possibilidade de conexão com o mundo através da igualdade de direitos, está entre esses “ismos” da Língua Portuguesa.

Segundo sua concepção, o Educacionismo é uma nova ideologia ou linha de pensamento que luta basicamente contra as desigualdades sociais e contra a destruição ecológica. Vai muito além dos laços meramente econômicos como forma de entender o mundo, é a negação da lógica do domínio e da exploração.

O Educacionismo tem uma visão ampla do educador contemporâneo. De um lado, o trabalho do professoor, precisa ser garantido e valorizado. De forma que se sinta dignificado e importante à sociedade. Por outro lado, esse mesmo educador, no entanto, não poderá exigir-se menos. Precisa ser crítico, consciente do seu papel como cidadão e como profissional. A sociedade espera dele novas atitudes e nova postura, novo comportamento, novo fazer. E não pode ser decepcionada.

O educador contemporâneo precisa receber melhores salários e trabalhar em melhores condições, mas também deverá superar práticas artesanais e ingressar na Idade Midiática. Tudo isso descarta a postura de muitos educadores que se sentem coitadinhos e sem importância para o mundo.

Muitos criticam o Educacionismo, taxando-o de utópico. Até certo ponto o é, todavia vale ressaltar que os grandes ideais que alcançaram o coração da humanidade e reformularam conceitos e práticas foram utópicos um dia.

Ainda veremos resplandecer a luz do Educacionismo no Brasil. Escolas feitas por gente para gente. Sonhamos com o dia em que, no Brasil, todos os educandos terão direito à escola gratuita de qualidade e oportunidades iguais para disputarem vestibular e emprego. Isso não é utopia. É direito de todos. É vontade de comemorar a Democracia! A vida!

Leia mais sobre o assunto. Clique aqui.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Padrões: hoje e sempre

* Por Dalvan Goes

A sociedade sempre teve padrões definidos para tudo – ou tudo – padrões de consumo, moral, éticos, conduta, estética. A maioria das pessoas acha que estão bem vestidas se estiverem com roupas de marca. A maioria não diz mais achocolatado e sim “Nescau”; não dizem mais boneca e sim “Barbie”; associam o mais caro ao melhor produto.
A coesão contribui par tudo isso, além é claro do papel importantíssimo que os meios de comunicação junto com as propagandas exercem na alienação das pessoas. Se a atriz da novela do horário nobre está com um novo penteado, esse será o cabelo do século (ate que venha outro e tome seu lugar).
Muitas propagandas marcam pela forma de divulgar um produto: quem é que não se lembra do comercial e do garoto propaganda do Bom Bril? Mas é diferente a forma de divulgar um produto da forma de divulgar um problema social. Tratar de assuntos como DST´s, câncer, anorexia, geralmente ocorre de forma impactante com o objetivo de conscientizar o telespectador sobre aquele determinado problema. Para tais assuntos talvez não basta mostrar apenas que cigarro faz mal à saúde, mas também mostrar de forma verídica as conseqüências de seu uso. Dessa forma a propaganda causa mais impacto, causa uma maior conscientização de que aquilo faz mal.
Resta a nós, consumidores/telespectadores sabermos o que comprar/assistir, sabendo das conseqüências provocadas pelo uso e desuso de um produto ou forma de agir. Às propagandas, resta informar de forma clara os problemas já citados e tantos outros para que se construa um consumo/forma de agir cada vez mais consciente.

Dalvan Goes é aluno terceiranista do Colégio Carlina Barbosa de Deus.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Problemas sociais = Voto

* Por Dalvan

De quatro em quatro anos, nosso país elege pessoas para representar o povo (ou que pelo menos deveriam) para fazer de nossos problemas soluções, para melhorar o que está ruim e para continuar desenvolvendo aquilo que já está bom. De quatro em quatro anos, somos enchidos de esperança de que os problemas sociais e econômicos que o Brasil tem serão resolvidos. Somos enchidos como uma bexiga gigante, onde dentro dela existem muitas promessas.
Já é mais do que o governo atual dizer que melhorou o país, que resolveu os principais problemas, que tirou “trocentas” pessoas da pobreza, que investiu em saúde educação e emprego mais do que o antigo mandatário. A oposição por sua vez (obviamente), procura falar dos problemas que não foram resolvidos, do desinteresse do governo pelo povo, dos desvios de dinheiro. Mas o governo e a oposição de todas as eleições têm uma coisa em comum: fazem dos problemas do Brasil uma troca de votos (“votem em mim/meu partido que lhe darei seu tão sonhado emprego).
A “troca de favores”, “o toma lá da cá”, “a troca de votos”, são termos de uso no eufemismo, o verdadeiro nome de tudo isso é roubo! A política faz dos problemas do Brasil uma moeda de troca, ou seja, quanto mais problemas, geralmente mais o povo é enganado. Trocam “um hospital bem equipado por uma dentadura” como mostra uma propaganda.
A população se deixa enganar cada vez mais. Mal sabem eles que aquele boi, aquele carro, aquele dinheiro que “ganharam” dos políticos corruptos, poderiam ser grandes hospitais equipados, melhores escolas. A ludibriação da população é proporcional aos problemas vividos por eles, e isso acaba se tornando uma bola de neve que vai se acumulando de quatro em quatro anos.

Dalvan Goes é aluno do Terceiro Ano do Ensino Médio do Colégio Carlina Barbosa de Deus onde tem se destacado com seus textos críticos.